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Qual será o nosso legado?

Quando falamos sobre o futuro das profissões, normalmente pensamos em tecnologia, inteligência artificial, inovação e novas competências. Mas, para mim, existe uma pergunta ainda mais importante: quem estará ocupando os espaços de decisão nesse futuro?

E foi exatamente por isso que o Summit Mulheres nas Profissões me chamou tanto a atenção.

Participar de um projeto dessa dimensão, coordenado pelo Grupo Mulheres do Brasil e liderado por Luiza Helena Trajano, não é apenas fazer parte de um evento. É participar de um movimento coletivo que entende que desenvolvimento econômico, impacto social e protagonismo feminino precisam caminhar juntos.

O Grupo Mulheres do Brasil nasceu em 2013 com um propósito extremamente ousado: engajar a sociedade civil para construir um país melhor. Hoje, já são mais de 140 mil mulheres conectadas em 161 núcleos no Brasil e no mundo, transformando discussões em ações concretas.

E talvez exista um dado que explique por que iniciativas como essa são tão urgentes: embora as mulheres representem 45% da força de trabalho, ocupam apenas cerca de 32% dos cargos de liderança. Mulheres são responsáveis por manter 49,1% dos lares brasileiros. Olha a sua força na economia do país! O objetivo do Summit é claro: precisamos chegar aos 50% de mulheres em posições de decisão.

Mas o que mais me impacta nesse projeto é que ele não fala apenas sobre carreira. Ele fala sobre estrutura, acesso, acolhimento, legado, transformação.

Estamos falando de um evento pensado para mais de 10 mil pessoas, com arenas temáticas, espaço para startups, rodadas de negócios, podcasts, fóruns de liderança e experiências imersivas.  Mas também estamos falando de berçário, espaço kids, área de amamentação e acolhimento. Porque apoiar mulheres não é apenas abrir portas profissionais. É construir ambientes onde elas consigam permanecer, crescer e liderar.

E isso muda tudo.

Na prática, o Summit traduz algo que eu acredito profundamente no meu trabalho: desenvolvimento humano e protagonismo não acontecem apenas no discurso. Eles acontecem quando criamos ambientes que permitam que as pessoas evoluam.

Em um mundo onde a inteligência artificial avança em velocidade impressionante, talvez o grande diferencial competitivo das empresas e da sociedade continue sendo aquilo que é mais humano: colaboração, escuta, visão coletiva, empatia e construção de oportunidades reais.

O Summit Mulheres nas Profissões não é apenas sobre mulheres. É sobre o futuro do mercado, das lideranças e das relações profissionais.

E, sinceramente, eu acredito que movimentos assim não apenas acompanham as mudanças do mundo, mad ajudam a construir o mundo que queremos deixar como legado!


Luiza Trajano apresentando o projeto para jornalistas e empresários.
Luiza Trajano apresentando o projeto

 
 
 

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